Cadeiras, brinquedos e lâmpadas são apreendidos em Boa Vista

A fiscalização ocorreu no final da manhã de ontem, 11, em uma loja na zona central da capital
Quase 40 brinquedos foram recolhidos pelos fiscais do Instituto de Pesos e Medidas (Foto:Hione Nunes)

Em fiscalização de rotina, uma equipe do Instituto de Pesos e Medidas de Roraima (IPEM) apreendeu na manhã de ontem, 11, produtos sem o selo do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (INMETRO), comercializados em uma loja na avenida Ville Roy, no bairro São Pedro, na zona leste de Boa Vista.
Cerca de 760 cadeiras, 37 brinquedos e 27 lâmpadas foram recolhidos pelos fiscais do Instituto de Pesos e Medidas. Conforme o diretor técnico do IPEM, Alfredo Gadelha, a fiscalização da qualidade dos produtos vendidos no comércio local acontece diariamente. Durante todo o ano, a intenção é que todo o comércio de Boa Vista, seja vistoriado. "Fazemos a verificação para dar segurança tanto para os comerciantes como para os consumidores. O Ipem é um órgão delegado do INMETRO, que tem essa atribuição", ressaltou.
Quanto à fiscalização realizada ontem, o comerciante terá, segundo o Ipem, dez dias para apresentar a defesa quanto aos produtos apreendidos, juntamente com a nota fiscal dos itens. Caso isso não ocorra, ele poderá ser multado de R$ 100 a R$ 2.500. Entretanto, se ficar provado que o fabricante forneceu indevidamente o produto, a multa será direcionada ao fornecedor. "O comerciante terá que apresentar a documentação necessária para não ser multado. Os produtos sem selo do Inmetro, que não foram testados, serão destruídos. Para a comercialização dos produtos, é necessário o selo do Inmetro na embalagem do produto e no próprio produto”, explicou Gadelha.
De acordo com a proprietária do estabelecimento comercial, que não quis ser identificada, a fiscalização feita pela equipe do Ipem em sua loja é novidade. Ela disse que não entendeu o procedimento de apreensão dos produtos, que vai em busca de informações para solucionar o caso e ter os produtos de volta na loja para comercialização. “Sou estrangeira. Trabalho no Brasil há alguns anos e, para mim, esse tipo de fiscalização é novidade. Vou procurar me informar sobre o caso para resolver a situação e poder vender os produtos que estão sendo levados por eles”, disse a proprietária. (E.S)





Por Folha Web
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