Doze municípios não atingiram a meta de vacinação contra a gripe

Apenas Caracaraí, Caroebe e Mucajaí vacinaram pelo menos 90% do público-alvo da campanha
Vacinação continua tanto para público-alvo quanto para população em geral até que as doses acabem (Foto: Arquivo/Folha)

A Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza terminou ontem, 9, mas a vacinação continua tanto para o público-alvo como para a população em geral até que as doses acabem. A Secretaria Estadual de Saúde distribuiu 196.100 doses da vacina contra a influenza para os 15 municípios de Roraima. No entanto, apenas três municípios atingiram a meta de vacinar 90% do público-alvo: Caracaraí, Caroebe e Mucajaí.
O balanço parcial mostra que 68,05% do público-prioritário foi vacinado no Estado. O município que mais conseguiu vacinar foi Caracaraí, com 105,32%, seguido de Caroebe com 102,23% e Mucajaí com 90,82%.
De acordo com a coordenadora geral de Vigilância em Saúde, Daniela Souza, a estratégia para incentivar a participação da população é responsabilidade da Atenção Básica, de responsabilidade dos municípios. “Não cabe ao Estado executar as ações de vacinação. Nós garantimos a distribuição e monitoramos as doses. Visitamos todos os municípios para alertar sobre a importância da atenção básica nas campanhas de vacinação”, disse Daniela.
INFLUENZA – Comumente conhecida como gripe, é uma doença viral febril, aguda, geralmente benigna e autolimitada. Frequentemente é caracterizada por início abrupto dos sintomas, incluindo febre, calafrios, tremores, dor de cabeça, mialgia e anorexia, assim como sintomas respiratórios com tosse seca, dor de garganta e coriza. A infecção geralmente dura uma semana e com os sintomas sistêmicos persistindo por alguns dias, sendo a febre o mais importante. Existem três tipos de vírus influenza, A, B e C e entre os subtipos o mais conhecido é a H1N1.
PÚBLICO-ALVO – Fazem parte do grupo de risco crianças de seis meses a menores de cinco anos; pessoas com 60 anos ou mais; trabalhadores da área de saúde; indígenas; gestantes, puérperas; adolescentes e jovens de 12 a 21 anos sob medidas socioeducativas; população privada de liberdade; funcionários do sistema prisional; pessoas com doenças crônicas não transmissíveis ou com outras condições clínicas especiais, além de professores das escolas públicas e privadas, que é a novidade desse ano.






Por Folha Web
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